É possível monitorar o que as pessoas dizem de você, da sua empresa e da sua marca no Twitter? No Facebook? Nos Foruns? Em qualquer lugar na internet? A resposta é sim, e é muito simples, e gratuita.

Tive a oportunidade de assistir uma palestra e um Workshop do Claudio Torres, o escritor do livro mais vendido de Marketing Digital, graças a @Inova7BR. Consegui aprender, tirar dúvidas e principalmente fazer um bom networking com pessoas da área.

Mas o que mais me interessou foi a enfoque em “Monitoramento”, cheguei a conclusão que monitorar a mídias e redes sociais é uma questão decisiva para você não desperdiça, seu tempo e o tempo do cliente.

Com base nessa idéia, resolvi pegar as 2 ferramentas de monitoramento que mais gosto (e gratuitas), e fazer uma pequena apresentação e um mini tutorial de como elas funcionam.

Google Analytics:

 

Como monitorar meu site?

interface do Google Analytics

O  Google Analytics  é uma API gratuita disponibilizada pelo Google e que é usada pelos desenvolvedores de sites e profissionais de SEO  para acompanhar a visitação e estatísticas de um site. O analytics é uma tool gratuita e que qualquer um pode usar, basta ter um site. Com ele é possível verificar variáveis interessantes tais como a quantidade de visitas por dia ou então as Keywords que estão sendo relacionadas ao seu site. Todos os dados são extraidos diariamente das estatísticas do próprio Google. Atualmente, o Google Analytics é a ferramenta de Otimização de sites mais utilizada no mundo.

Aqui tem um tutorial explicando passo a passo como inserir essa ferramenta no seu site: http://migre.me/47EoJ

 

 

Social Mention:

Como usar o Social Mention

A Social Mention, para mim foi uma das melhores descobertas, porque ela  monitora o que as pessoas estão dizendo sobre vocêsua empresa ou marca, um novo produto, ou qualquer assunto de seu interesse na internet em tempo real.

O Social Mention é um mecanismo de pesquisa de mídia social que busca conteúdo gerado por usuários, como blogs, microbloggins, comentários, favoritos , eventos, imagens, notícias, vídeos e serviços.

Você pode optar por usar no seu navegador, como também pode baixar um widget. Quando você fazer sua pesquisa, você pode salva-la em formato Excel ou CSV também tem um “E-mail Alert” que manda um e-mail para você toda vez que o termo que você quer foi (pode ser por exemplo, o nome da sua empresa) citado.

Aqui está um tutorial básico para compreender como as informações são disposta e o que significam: http://migre.me/47Epj

 

 

O Twestival é um evento social e beneficente que apóia o Comitê pela Democratização da Informática do Distrito Federal, convertendo toda a renda do evento para a @CDI-DF. Com Palestras sobre mídias sociais e marketing digital na período da tarde, o Twestival provou que não é um festival qualquer, provou também, que as mídias sociais, estão mais sociais que nunca. E quando eu digo o termo “social”, quero dizer em todos os parâmetros, desde “sociedade” a “cidadania”.

A primeira palestra foi da simpática Cynthia Garda, ex Google, palestrando o tema: “Você sabe mesmo encontrar o que procura na internet? Provavelmente, não. Dicas rápidas de pesquisa na web utilizando ferramentas Google.”. Cynthia foi breve e deixou todos ali com gostinho de quero mais.

A @monumenta subiu no palco para fazer as pessoas sentirem na pele o poder das mídias sócias. Um espetáculo a parte, a @monumenta trouxe a para palestrar um Case de sucesso o “Maior Abraço do Mundo” foi simplesmente impactante.

 

A palestrante Janine Louven, da FSB, pelestrou sobre as redes sociais pelo governo do Rio de Janeiro: Tomada do complexo do Alemão e chuvas na região serrana. Foi um ótima palestra que demonstrava como, não só os governos, mas empresas também, podem e devem usar as redes sociais ao seu favor.

Para mim particularmente uma das melhores palestras foi da Fabiana Borja da WebAdvisor, ela palestrou sobre “Procon ou Twitter? Consumidores descobrem o poder das redes sociais como ferramentas de defesa do consumidor.”. Trouxe um discussão que deve ser levada a sério. Já tratei desse assunto aqui no blog.

Já o Fred Dias da 7 pontos palestrou sobre” Links patrocinados com Google Adwords.”, falou um pouco sobre os Adwords, porque eles são vantajosos e deu exemplos.

O palestrante Maximo Migliari da ClickLab trouxe o assunto “Otimização da taxa de conversão – como o WriteWork.com aumentou suas vendas em 50%.” Para o palco do twestival, outra palestra que deixou um gostinho de quero mais.

E por ultimo mais não menos importante, o Flávio Rosário palestrou pela @Inova7Br o assunto “O uso de mídias sociais pelas empresas. O que pode dar certo ou errado?”, trouxe um pouco de conflitos de gerações, falou sobre como hoje em dias as coisas se tornam obsoletas, trouxe o tema B2C e passou vídeos realmente inspiradores.

 

Todas as palestras muito bem ministradas, com um ótimo conteúdo e todas trazendo novos pontos de vista diferentes sobre assuntos que já estamos acostumados. O Twestival segue com ainda com sua programação noturna até as 22:45, quando deve ocorrer o encerramento oficial.

 

 

A maioria das pessoas tendem a achar que redes sociais e mídias sociais são a mesma coisa. Certamente a linha que separa as duas é tênue e por vezes, tão imperceptível que acabam se misturando. Mas redes sociais e mídias sociais são duas coisas diferentes.

As redes sociais visam, em primeiro lugar o relacionamento, agrupar pessoas com mesmo interesses e a sociabilização, como é o exemplo do Orkut, Facebook e MySpace.

As mídias sociais ao contrário, geralmente não tem seu interesse em relacionamentos e sim em produção e divulgação de conteúdos. As mídias sociais são plataformas onde o usuário posta informações ou arquivos gerando pouco ou nenhum relacionamento. Exemplos de Mídias Sociais: Twitter, Youtube e Tumblr.

As redes e mídias socias podem ser classificadas entre duas categorias:

A vertical: são as que tratam de temas específicos e que tem usuários com o mesmo perfil de interesses. Como é o caso do Last.Fm, uma rede social de música, para quem gosta de música.

A horizontal: As redes e mídias sociais horizontais são aquelas que são centradas  em conectar pessoas, gerar e compartilhar conteúdo sem temas específicos.

 

 

Achei essa pergunta interessante no site: http://www.midiatismo.com.br/
Tem como uma rede social não ser uma mídia social ou ser uma mídia social sem ser uma rede social?
Não há como uma rede social online não ser uma mídia social, afinal, o primeiro é uma categoria dentro do outro, impossibilitando assim, que haja uma separação. Já no caso contrário, existe uma possibilidade sim, afinal, como podemos ver na imagem a baixo, a rede social é apenas um pedaço da mídia social, portanto, uma mídia social sem ser uma rede social pode existir sim. Se alguém usar qualquer ferramenta 2.0 apenas para divulgar conteúdo, esta ferramenta será uma mídia social, caso haja interação, passa a ser uma rede social também.

 

 

 

 

Orkut e Facebook são redes sociais, são primeiramente os então chamados “sites de relacionamentos”.

Até então, Orkut dominava no Brasil, mas com um crescimento acelerado de usuários migrando para outras redes sociais, principalmente para o Facebook, o poderoso Google se viu obrigado a atualizar sua rede social, o problema é que todas as ultimas atualizações foram liberadas pouco a pouco, causando incomodo para os usuários, e gerando várias reclamações. Ou porque a atualização não chegou, ou porque a atualização tinha uma interface “feia” e pouco funcional. Outro ponto é que a Google tem a “mania” de deixar seus serviços em Betas eternos, para quem não está familiarizado com o termo, um serviço Beta é um serviço que ainda está em desenvolvimento, então é normal que aja Bugs, Falhas de segurança e outras coisas que podem levar qualquer usúario a procurar um serviço mais seguro. E é justamente isso que o Facebook oferece.

Enquanto do outro lado, o outro gigante, Facebook tem suas atualizações mais rápidas e um face limpa e interativa. E vem crescendo de forma vertiginosa em todo o mundo.

Mas apesar dos pesares se engana que o Orkut está “morto”, em 2010 o Orkut teve 31,27 milhões de visitas únicas, enquanto o Facebook teve somente  12,11 milhões de visitas únicas segundo a empresa de métricas Comscore.

Mesmo assim, esses números vem preocupando a Google Brasil, e foi por isso que a empresa lançou a mais recente atualização do Orkut.

O site Orkut disponibilizou aos mais de 50 milhões de cadastrados a nova mudança visual do site, que será gradual – e sem a necessidade de convite, a exemplo de sua última grande reformulação.

Se você achou essa nova interface parecida com o Facebook, você não foi o único. Não é de hoje que um vem copiando o outro, foi assim com o serviço de grupos, com o jogos online, como o colheita feliz e o FarmVille,  e assim por diante.

Segundo a comunida Google Brasil e Orkut Brasil, a nova versão é uma versão mais melhorada da versão antiga, mais limpa, mais organizada e mais interativa.

Copia ou não, o interessante é que sai ganhando com essa briga são os usuários dessas duas redes, que são obrigados a fazer melhorias cada vez mais rápido.

 

Clique na imagem para ser encaminhado para o site da CC

 

Creative Commons (CC) é um projeto global, presente em mais de 40 países, que cria um novo modelo de gestão dos direitos autorais. No Brasil, ele é coordenado pela Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro. Ele permite que autores e criadores de conteúdo, como músicos, cineastas, escritores, fotógrafos, blogueiros, jornalistas e outros, possam permitir alguns usos dos seus trabalhos por parte da sociedade. Assim, se eu sou um criador intelectual, e desejo que a minha obra seja livremente circulada pela Internet, posso optar por licenciar o meu trabalho escolhendo alguma das licenças do Creative Commons. Com isso, qualquer pessoa, em qualquer país, vai saber claramente que possui o direito de utilizar a obra, de acordo com a licença escolhida (veja abaixo uma explicação dos vários tipos de licença).

A razão para o surgimento do Creative Commons é o fato de que o direito autoral possui uma estrutura que protege qualquer obra indistintamente, a partir do momento em que a obra é criada. Em outras palavras, qualquer conteúdo encontrado na Internet ou em qualquer outro lugar é protegido pelo direito autoral. Isso significa que qualquer utilização depende da autorização do autor. Muitas vezes isso dificulta uma distribuição mais eficiente das criações intelectuais, ao mesmo tempo em que impede a realização de todo o potencial da Internet. Há autores e criadores intelectuais que não só desejam permitir a livre distribuição da sua obra na Internet, mas podem também querer autorizar que sua obra seja remixada ou sampleada. Esse é o caso, por exemplo, de artistas como o Ministro Gilberto, as bandas Mombojó, Gerador Zero e outras, que disponibilizaram canções para distribuição, remix e sampling, através do Creative Commons.

Modo de Licenciamento

Licenciar sua obra pelo Creative Commons é muito fácil. Para isso, basta acessar a página onde estão disponíveis as licenças do projeto (http://creativecommons.org/license/) e responder a duas questões sobre os usos que você deseja autorizar sobre a sua obra. Essas questões consistem em responder ser você deseja:

a) Permitir uso comercial de sua obra?
( ) Sim
( ) Não

b) Permitir modificações em sua obra?
( ) Sim
( ) Sim, contanto que outros compartilhem pela mesma licença
( ) Não

Todas as licenças mantêm os seus direitos autorais sobre a obra, mas possibilitam a outros copiar e distribuir o trabalho, desde que obrigatoriamente atribuam crédito ao autor e respeitem as demais condições que você escolheu.

Assim que você terminar sua escolha, basta clicar no botão ao final da página (“Escolha uma Licença”) que você será redirecionado a outra página que trará o resultado das suas escolhas. De acordo com suas resposta às perguntas acima, o site irá mostrar a licença adequada às suas necessidades. A partir daí, há instruções detalhadas sobre como aplicar a licença à suas obras.

O processo é extremamente simples: em síntese, tudo o que você precisa fazer é aplicar o símbolo “CC – Alguns Direitos Reservados” à sua obra, indicando qual a licença aplicável ao trabalho. Se o trabalho estiver na Internet, basta colocar o símbolo do Creative Commons da respectiva licença no site. Para isso, o próprio site disponbiliza um trecho de código em HTML para ser copiado e colado no site em que está a obra. Uma vez que você coloque o código no seu site, o licenciamento já está valendo. Todas as pessoas que acessarem o seu conteúdo, saberão os termos da licença que você escolheu. O site também traz instruções detalhadas sobre como marcar um arquivo em MP3, um vídeo e outros arquivos. Basta seguir as instruções.

Caso sua obra seja um livro, um CD, um DVD ou outra obra “física”, basta inserir na própria obra (capa, contracapa, no próprio CD ou na caixinha) o símbolo do Creative Commons de “Alguns Direitos Reservados”, especificando o nome da licença que aparece no site.

Modalidades de licenças

Além das licenças que podem ser obtidas pelas respostas às perguntas acima, um determinado criador intelectual pode se interessar por utilizar também outras modalidades de licença. Essas modalidades devem ser selecionadas especificamente no website http://creativecommons.org/license/. São elas as licenças de “Recombinação” ou “Sampling”, a licença “Nações em Desenvolvimento” e a licença especificamente para software livre, chamada “CC-GNU-GPL”.

Todas essas licenças e também as licenças originais resultantes do questionário acima são compostas pelos elementos explicados abaixo. O objetivo geral do projeto é de apresentar uma alternativa ao modelo de “Todos os Direitos Reservados”, que é substituído por um modelo de “Alguns Direitos Reservados”. Assim, qualquer autor ou criador pode optar por licenciar seu trabalho sob uma licença específica, que atenda melhor a seus interesses, podendo escolher entre as diversas opções existentes.

Os principais componentes das licenças, à disposição para serem escolhidos por autores e criadores, são:
Atribuição

Todas as licenças do Creative Commons exigem que seja dado crédito (atribuição) ao autor/criador da obra. Pela licença chamada “Atribuição”, o autor autoriza a livre cópia, distribuição e utilização da obra, inclusive para fins comerciais. Entretanto, a obra deverá sempre dar o devido crédito, em todos os meios de divulgação.

Não a obras derivativas

Pelos termos desta opção, o autor autoriza a livre cópia, distribuição e utilização da obra. Entretanto, o autor não permite que a obra seja modificada, devendo ser sempre mantida intacta, sendo vedada sua utilização para a criação de obras derivadas. Assim, a obra do autor não poderá ser remixada, alterada, ou reeditada sem a permissão expressa do autor ou criado, devendo permanecer sempre igual ao modo original em que foi distribuída.

Uso Não Comercial

Pelos termos desta licença, o autor autoriza a livre cópia, distribuição e utilização da obra. Entretanto, o autor veda qualquer distribuição, cópia, utilização e distribuição que tenha fins comerciais. Isto significa que qualquer pessoa que tenha obtido acesso à obra não pode utilizá-la para fins comerciais, como, por exemplo, vendê-la ou utilizá-la com a finalidade direta de obtenção de lucro.

Compartilhamento pela mesma licença

Pelos termos desta licença, o autor autoriza a livre cópia, distribuição e utilização da obra. Entretanto, o autor impõe a condição de que, se a obra for utilizada para a criação de obras derivadas, como, por exemplo, um livro sendo traduzido para outro idioma ou uma foto sendo incluída em um livro, ou mesmo e casos de incorporação da obra original como parte de outras obras, o resultado deve ser necessariamente compartilhado pela mesma licença. Assim, uma obra licenciada pela modalidade “compartilhamento pela mesma licença” só pode ser utilizada em outras obras se essas outras obras também forem licenciadas sob a mesma licença Creative Commons.

Recombinação (Sampling)

A licença de Recombinação (tambéma chamada licença de sampling) foi desenvolvida conjuntamente pelo Creative Commons e pela Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro, com o apoio do Ministro Gilberto Gil. O termo Recombinação homenageia o coletivo pernambucano chamado Re:Combo, um dos pioneiros no Brasil no licenciamento de obras para recombinação e modificação. Pelos termos desta licença, o autor pode ou não autorizar a livre cópia, distribuição e utilização da obra. Entretanto, ele autoriza sempre a utilização parcial ou recombinação de boa-fé da obra. Isso permite, por exemplo, o emprego de técnicas como “sampleamento”, “mesclagem”, “colagem” ou qualquer outra técnica artística. A autorização é válida desde que haja transformações significativas do original, levando à criação de uma nova obra. Não vale fazer apenas uma modificação irrelevante na obra. A distribuição das obras derivadas fica automaticamente autorizada para o autor que recriou a obra do autor original.

CC-GPL e CC-LGPL

Assim como a licença de Recombinação (sampling), estas duas licenças tiveram origem no Brasil. As duas licenças são destinadas ao licenciamento de software. As licenças foram desenvolvidas para atender necessidades específicas do governo brasileiro no que tange ao incentivo à adoção do software livre no país. Essas licenças consistem nas tradicionais GPL e LGPL do GNU, isto é, a General Public License e a Lesser General Public License, internacionalmente adotadas para o licenciamento de software livre, mas com a diferença das mesmas serem embaladas de acordo com os preceitos do Creative Commons. Estas licenças garantem todos os quatro direitos básicos do software livre, quais sejam, a liberdade de estudar o programa, tendo acesso ao seu código fonte, a liberdade de executar o programa para qualquer finalidade, a liberdade de modificá-lo e aperfeiçoá-lo, bem como a liberdade de distribuí-lo livremente. Note-se que na GPL, em contrapartida, mesmo que tenham ocorrido alterações no programa, este deve continuar sendo distribuído livremente sob os mesmos termos da GPL. Quanto à LGPL, ela permite que, em algumas circunstâncias, o programa seja distribuído sob termos de outras licenças.

Combinações

Obviamente, as licenças do Creative Commons podem ser combinadas e recombinadas. Um determinado autor pode escolher licenciar sua obra, por exemplo, pela modalidade “Atribuição-Vedados Usos Comerciais-Compartilhamento pela mesma licença”. Ou pode optar apenas por “Atribuição”.

Como o modelo é matricial, cada autor pode escolher a licença mais adequada aos seus interesses e a suas necessidades, combinando-a com outras licenças.

 

Esse texto explicativo foi retirado de: http://www.creativecommons.org.br/

É sim possível filtrar palavras indesejáveis e bani-las da sua timeline do twitter. Por mais que uma pessoa seja legal, as vezes é normal ela começar a falar muita bobeira sobre um determinado assunto. O maior exemplo disso é o assunto do momento: Big Brother BrasilBBB11 ,  BBB e suas várias variantes. Podemos incluir ainda as várias hashtags que com certeza surgirão referenciando o programa durante os próximos meses.

Não adianta você reclamar com a pessoa porque ela tuita sobre BBB ou sobre Futebol, ou seja lá qual for o assunto que não é do seu interesse. Agora você pode resolver esse problema sem se estressar, basta bloquear as palavras que não são do seu interesse através do TweetFilter. O TweetFilter é uma extensão que pode ser instalada no seu navegador. Ele conta com versões para:

  • Firefox 3.6
  • Chrome 4
  • Opera 11
  • Internet Explorer
  • Safari 5.

A instalação é diferente em cada um dos navegadores e está tudo bem explica do no site da extensão, porém em inglês. Vou ensinar o passo a passo para configurar o TweetFilter nos navegadores mais populares:  Firefox e Chrome.

Configuração do TweetFilter

Firefox

1 – Acesse o TweetFilter através do Firefox;
2 – Clique em “Greasemonkey” para instalar o complemento;
Será necessário reiniciar o navegador
3 – Clique em “TweetFilter” para instalar a extensão;
4 – Acesse o Twitter.

Note que na barra lateral você verá um novo menu, o “Filtered”. No campo “+Add to Filter” basta adicionar as palavras que quer eliminar da sua timeline do Twitter e clicar em “enter”. No caso do BBB lembre-se de adicionar as suas várias variantes como: BBB11, BBB, Big Brother Brasil, etc… A cada nova palavra dê “enter” para confirmá-la. Abaixo você visualizará também as opções. Para ocultá-la basta clicar em “Options”, logo abaixo de “Filtered”. Não mexa nessas configurações, a menos que saiba o que esteja fazendo.

Chrome

No Chrome é muito mais fácil.

1 – Acesse o TweetFilter através do Chrome;
2 – Clique no link para instalar o “TweetFilter”;
3 – Clique em “Continuar” > “Instalar”.

Pronto! A extensão já está instalada no seu Google Chrome. Acesse a página do Twitter e repare que aparecerá a opção para filtrar as palavras indesejáveis, assim como explicado logo acima.

Se alguém conseguiu o instalar no Internet Explorer pode deixar nos comentários. Se quiser um navegador de verdade utilize qualquer um, menos o Internet Explorer! #prontofalei

Download FirefoxDownload Google Chrome – Seja Feliz!

 

Filtrando termos indesejáveis no TweetDeck

Filtrar essas palavras através do TweetDeck é bem simples. Através da imagem abaixo já podemos ter uma ideia de como fazer para adicionar palavras que não queremos ver em nossa timeline.

Eliminando palavras, tags e afins da sua time line

Siga os passos:

1 – Clique em Settings;
2 – Escolha a opção Global Filter;
3 – No campo “Containing Words” você deve digitar as palavras que você não quer que apareçam na usa timeline. Para adicionar mais de uma palavra basta utilizar vírgulas para separá-las. Lembre-se de informar todas as palavras que quer filtrar. No caso do BBB podemos ter termos como BBB, BBB11, Big Brother Brasil, etc…

Depois de tudo configurado é só salvar as alterações clicando em “Save Settings”.

Se tiver uma recaída e quiser ver todos os tuites do BBB é só apagar as palavras e salvar novamente!

Apesar de citarmos no exemplo termos referentes ao Big Brother Brasil, é possível usar qualquer palavra ou hashtag sobre qualquer assunto. Para as pessoas que não gostam de futebol, novela, ou qualquer outra coisa, esse recurso de filtragem do TweetDeck é excelente.

Ainda é possível filtrar tuites de um determinado usuário. Se você tem um amigo falando muita bobeira e quer dar um “mute” nele, basta adicionar o nome de usuário dele no campo “From People”. Na hora que ele se acalmar um pouquinho é só tirá-lo da lista!

 

 

 

 

FONTE:  http://designtecnologico.com/

 

 

 

Twitter for Business

Publicado: dezembro 15, 2010 9:11 pm em Twitter

 

Twitter for Business, este é o novo site lançado pelo Twitter para ensinar as empresas a aproveitarem todo o potencial de exposição, comunicação e negócios que a rede social a oferecer.

Pensando na adesão de pequenas e medias empresas, o Twitter lançou o site site business.twitter.com para promover e facilitar a vida das empresas. Ensinando passo a passo todos os procedimentos desde como criar Capital Social e como se promover no Twitter.

Para facilitar a busca pelas dicas, a página foi organizada em três áreas:

1 – “Learn the Basics”, para ensinar o que é o Twitter, qual o significado de alguns vocábulos próprios da rede social, como hashtag, por exemplo, dicas de como se comportar online e também como aproveitar ao máximo à mobilidade oferecida por dispositivos móveis.

2 – “Optimize your Activity”, exemplifica empresas com portfólios bem sucedidos, explicações sobre APIs e ensina como criar widgets personalizados para serem inseridos em sites corporativos.

3 – “Start Advertising” – é a grande novidade. Nela a equipe do Twitter explica como as corporações podem analisar a interação na rede, e planejar o uso de tuítes, perfis e trends topics promocionais. No site a empresa pode se cadastrar o interesse em anunciar no Twitter, através de uma das opções de ferramentas promocionais e o quanto estaria disposta desembolsar na ação.

O site business twitter já está no ar.

Então é natal, então é tempo de compras, é tempo de organizar festar, é tempo de amor, tempo de harmonia, tempo de paz… É tempo para tudo. Esse é o problema, é preciso fazer tudo muito rápido para dá tempo para os tempos. Ficou confuso?,É assim mesmo. Estamos tão sem tempo que administrá-lo é uma prioridade e achar soluções rápidas e praticas para se ganhar tempo é um desafio para os tempos atuais.

E é pensando nessa falta de tempo que vem crescendo uma forma de comercio peculiar e diferenciada nos últimos anos, estamos falando do e-commerce. Não temos tempo de ir de loja em loja pesquisando preços, ainda mais pegar filas em caixas. Então o e-commerce se tornou uma solução pratica para esses problemas.

O mercado teve que se moldar a essa nova ferramenta, teve que se moldar aos hábitos de uma geração que ao passar dos anos se tornou mais exigente. Saber lidar com esses novos consumidores se tornou o principal desafio para esse novo comercio que dispensa vendedores que irão vender seus produtos. Agora, os produtos têm que se vender por si só.

Lidar com esses novos consumidores nem sempre é tão simples. Eles procuram nas mídias sociais informações sobre os produtos, sobre o serviço, sobre questões que vão alem da esfera comercial. Tornaram-se mais criteriosos, mas também se tornaram mais compradores.

Fazer compras pela internet se tornou algo cotidiano na vida das pessoas nascidas na era digital. A união da comodidade de escolher, comprar e saber que vai se entregue na sua casa é o que faz do e-commerce uma linha potencial nos gráficos comerciais.

O que mais chama atenção nessa forma de comércio, para a maioria dos compradores é as promoções e os pagamentos diferenciados. Você pode comprar um produto com mais de 80% de desconto.

Há uma semana a atrás eu fiz um post no Twitter sobre um livro que eu queria comprar. Na loja o livro me custaria 120 reais, mais uma seguidora me mandou um link do site de e-commerce submarino que estava vendendo o mesmo livro por 19,99 reais. Não pensei duas vezes antes de fechar esse negócio. No total do livro + o frente, tudo saiu por 30 reais. Uma economia de 90 reais para o meu bolso. E o livro chegou em menos de uma semana. Ou seja, alem de toda a praticidade de não ter que sair de casa, pegar uma fila e tudo mais, eu fiz tudo isso em menos de 5 minutos. Também me nego a esperar na fila do cinema para comprar as entradas do filme, faço isso pela internet.

É por essa e por outras que o e-commerce vem se consolidando cada vez mais como um grande movimentador da economia mundial.

 

 

Você é uma pessoa/profissionais mais conservadora, fica desconfiado quando algo muda e acha que internet é um bicho de 7 cabeças, provavelmente você é da Geração X, essa geração geralmente inclui as pessoas nascidas a partir do início dos anos 1960 até o final dos anos 1970, podendo alcançar o início dos anos 1980, sem contudo ultrapassar 1982.

As pessoas/profissionais Geração Y se desenvolveram numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. A Geração Y também é conhecida por a Geração da Internet, as pessoas/profissionais dessa geração costumam serem mais flexíveis, mais preocupados com o meio ambiente e com as causas sociais, têm um ponto de vista diferente das gerações anteriores, que viveram épocas de guerras e desemprego. Com o mundo praticamente estável e mais favorável à liberdade de expressão, esses jovens conseguiram se preocupar com valores antes menos prioritários como vida pessoal, bem-estar e enriquecimento pessoal.

A Geração Z Formada por pessoas/profissionais constantemente conectados, nascidos em plena era digital, essa geração é a geração atual, que será procedida pela Geração Alpha, que serão os nascidos a parti desse ano.

Dentro da Geração Z, nasceu uma geração criada pela web, o que o Marcos Souza Aranha que é economista e publicitário chamou de Geração “CO”. Segundo ele “Essa geração é diferente das outras por que, as outras gerações são baseadas em competição, já essa geração criada pela web ela é baseada em co-participar, cooperar, co-laborar, co-existir, co-criar, co-produzir. A geração “CO” não dá importância às normas e leis de quem foi o autor original, pois ela curte interagir e co-criar para também se tornar co-autora. O marco histórico dessa geração ainda não está nítido, mas aqueles que têm cabelos grisalhos devem estar abertos a novos modelos, rever seus conceitos de comunicação e esquecer os direitos autorais de outrora.”

É aí que está o grande desafio para os profissionais da comunicação. Se antes o autor vivia do broadcast e ele conseguia, unidirecionalmente, atingir a todas as tribos, com uma linguagem única. No broadcast consideramos: uma linguagem, uma mensagem e múltiplos meios. No socialcast temos de considerar: múltiplas linguagens, uma mensagem e múltiplos meios. Como fazer isso? Aprendendo a escutar e dialogar.

Já sabemos que as mídias sociais são grandes geradoras de informação, compartilhamento e comunicação, sabemos também que ao contrário das mídias tradicionais que são unilaterais – de poucos para muitos, como o jornal e livros por exemplo – as mídias sociais são feitas de muitos para muitos – Muita gente produz, muita gente recebe: Somos criadores e consumidores quando se trata de mídias sociais. – É com essa definição que as empresas têm que lidar atualmente.

Antigamente, quando queríamos reclamar de um produto ou serviço de alguma empresa o que nós fazíamos? Ligávamos para o SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor – esperávamos eternidades e muitas vezes o problema não era resolvido. Mas atualmente, o que fazemos? Continuamos reclamando, mas não mais nos Callcenters, ou nos 0800 das empresas, reclamamos nas mídias sociais.

Quando ligávamos para o SAC, a nossa reclamação era direto com a empresa. Quando produzimos uma reclamação em alguma mídia social, nossa reclamação é direta para outros consumidores. E todos sabemos que isso funciona como uma fileira de dominós: Só basta um reclamar que outros tantos indignados irão aparecer para reclamar também.  E isso virará uma bola de neve.

As empresas estão cada vez mais se dando conta do que isso significa, e estão pelo menos tentando cobrir esse grande buraco na comunicação entre empresa e consumidor e vice-versa. As empresas entenderam que monitorar mídias sociais para ver o que os usuários estão falando pode ajudar na elaboração de novas estratégias, assim como na resolução de problemas. Se isso é bom? Isso é ótimo. As empresas passam a levar a sério as mídias sociais e seus consumidores, e passam a ver neles uma grande mina a ser explorada.

Vou dá um exemplo pessoal. Há algum tempo atrás, tive um problema com a Operadora Claro, a minha internet 3G estava abaixo da velocidade que me foi vendida, o serviço prestado não era o mesmo e eu tentei inúmeras vezes resolver o problema pelo callcenters, mas nada foi resolvido. Cansado de ligar, postei a minha indignação no Twitter, em menos de 20 minutos, o twitter @ClaroBlog entrou em contato comigo, mais 20 minutos e o problema foi resolvido. Tudo estaria certo se não fosse o “estrago” que eu possa ter causado para a empresa. Vou explicar, quando eu postei o tweet “falando mal” da Operadora Claro recebi vários retweets e varias replys de várias pessoas também indignadas com a empresa.  Eu tenho por volta de 1,400 seguidores, o que significa que uma boa quantidade de pessoas viram o meu tweet indignado, outras pessoas que me deram retweet também tinham mais de 1,000 seguidores, logo a mensagem foi transmitida para mais 1,000 pessoas, e assim sucessivamente. E a coisa fica pior para empresa, que alem de poder credibilidade e perder fidelização de clientes, ainda perdem valores memoráveis em seu Capital Social.

As empresas têm que se moldar a essas novas ferramentas, caso isso não for feito essas ferramentas a engoliram. A empresa tem que estar preparada para os elogios e principalmente para os comentários negativos. Estar conectado é estar à mercê de tudo e de todos, e lidar com isso é o grande desafio das empresas que se aventuram pela era digital.